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“Labirintite” tem cura?

Doenças do labirinto precisam ser bem diagnosticadas para um bom tratamento.

“Labirintite” é um termo popular, usado geralmente para designar distúrbios relacionados ao nosso equilíbrio e audição. Essa denominação é incorreta, porque nem todos os distúrbios têm natureza inflamatória, como sugere o sufixo “ite”. Os termos “labirintopatias” ou “vestibulopatias” são mais adequados para designar doenças da orelha interna e do labirinto.

Os principais sintomas que acompanham as labirintopatias são tontura, vertigem, desequilíbrio e zumbido.

Tontura não é doença, e sim sintoma. Na grande maioria dos casos, as tonturas se originam de distúrbios labirínticos. O mito de que “labirintite não tem cura” não corresponde à realidade, pois, com tratamento correto, cerca de 90% dos casos podem ser curados ou muito melhorados.

A tontura é um sinal de alerta de que algo não vai bem em seu organismo. Se você tem qualquer tipo de tontura (vertigem, sensação de flutuação, sensação de cabeça pesada…), procure um médico. Se, após uma avaliação clínica, o médico suspeitar de um distúrbio labiríntico, ele poderá solicitar exames otoneurológicos, que incluem exames da audição e do equilíbrio. É muito importante ter um diagnóstico correto para o seu problema, para que um tratamento personalizado possa ser realmente efetivo.

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